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VIAGENS NA MINHA TERRA
quarta, 10 maio 2017

VIAGENS NA MINHA TERRA

Foi um prazer fixar o texto deste grande clássico da literatura portuguesa.

Para as mulheres que, tal como eu, muito amam:
«Admirável beleza do coração feminino, generosa qualidade que todos os seus infinitos defeitos faz esquecer e perdoar!»

Para os homens femeeiros:
«Mas, é a pergunta que se poderá sempre fazer, quem está a acusar Carlos, e, sobretudo, de quê? De amar muito, de ser um femeeiro, de trazer no seu coração mais do que uma mulher?»

Junto-me ao ilustre Guilherme d’Oliveira Martins e aconselho a (re)leitura integral da obra, sem resumos, e, de preferência, sem muitas interrupções, para melhorar o domínio do idioma (vd. http://www.dn.pt/lusa/interior/guerra-a-resumos-e-ler-autores-de-lingua-portuguesa-para-melhorar-dominio-do-idioma-7994077.html). Tudo de uma assentada! Caro leitor, rogo-lhe para que aceite o desafio.

Agora, um convite à reflexão:

«O coração humano é como o estômago humano, não pode estar vazio, precisa de alimento sempre: são e generoso só as afeições lho podem dar; o ódio, a inveja e toda a outra paixão má é estímulo que só irrita mas não sustenta. Se a razão e a moral nos mandam abster destas paixões, se as quimeras filosóficas, ou outras, nos vedarem aquelas, que alimento dareis ao coração, que há de ele fazer?»

Porque não regressar à história da «menina dos rouxinóis»? E não me venham com outras histórias, de que a obra é de difícil leitura. A presente edição inclui notas de rodapé com pistas de referências histórico-culturais contidas no texto, mas, e naturalmente, o presente acrescento editorial não dispensa a consulta de dicionários! ;-)

Estará nas livrarias a partir de 17 de Maio e integra a colecção de Clássicos da Guerra e Paz — e é uma edição linda com ilustrações de Manuel de Macedo e Roque Gameiro!

Para mais informações: https://www.facebook.com/guerraepaz/viagens

Lisboa, 10 de Maio de 2017

Ana Salgado

P. S. Os excertos foram retirados da presente edição, Guerra e Paz, 2017. Como esta edição não segue a grafia do novo Acordo Ortográfico, o texto publicado rege-se pelo mesmo critério.

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